quarta-feira, 21 de junho de 2017

Dez mandamentos do politicamente correto






Vivemos o final dos tempos e todo cristão que se preze já deve saber disto. No entanto, as coisas tomaram um rumo tão absurdo que chegamos ao ponto de que o certo é errado e vice-versa. E o que é pior: ninguém pode contestar! É a tal da pós-verdade.

Enumeramos abaixo, em tom de brincadeira, os dez mandamentos do que pode e do que não pode, conforme a cartilha do politicamente correto. Leia e obedeça cegamente, sem esquecer de um til.

Não pode:
- Matar um filhote de animal para alimentar a si mesmo e a sua família;
- Atirar em alguém para defender a si mesmo e a sua família;
- Fazer apologia a um governo ditatorial, desde que seja de direita;
- Educar seus filhos através de palmadas;
- Trabalhar e empreender livremente, pois a atividade empreendedora é nefastamente capitalista e todo patrão e malvado;
- Veicular propaganda de refrigerante, bebida que faz mal a saúde se consumida em excesso;
- Trabalhar ou responder por seus crimes com menos de 18 anos, ainda que tenha cometido delitos bárbaros;
- Retirar da rua viciados em crack que estão morrendo no vício e roubam para usar droga;
- Elogiar uma mulher por sua beleza, pois isto é machismo;
- Dizer que a prática homossexual é pecaminosa conforme diz a Bíblia, pois isto é crime de homofobia e estas palavras desencadeiam uma onda de ódio e violência contra a comunidade LGBT.

Pode:
- Matar (abortar) um filhote de ser humano por nada;
- Assaltar alguém ou até mata-lo, desde que sob a incontestável escusa de que o autor do crime era "vítima da sociedade";
- Fazer apologia a um governo ditatorial, desde que seja de esquerda;
- Educar seus filhos em escolas contaminadas por educação ideológica, sob pena de ir ao xilindró em caso de recusa;
- Trabalhar e pagar 50% de imposto para o Estado reverter o dinheiro em corrupção;
- Veicular propaganda política de políticos corruptos, assassinos e autoritários, que fazem mal à saúde, coração, cérebro e tudo o mais que se possa imaginar;
- Matar, roubar ou f
azer cirurgia de mudança de sexo com menos de 18 anos;
- Retirar comerciais infantis do ar, pois os pais já não podem ter mais autoridade de ensinar aos seus filhos o que é bom ou não;
- Fazer apologia ao funk carioca, pois é música de pessoas "vítimas da sociedade" - ainda que tenha letra de conteúdo machista explícito e brutal;
- Defender regimes muçulmanos e socialistas sem ser chamado de homofóbico, ainda que estes cometeram - e ainda cometem - perseguição, violência e assassinato contra o público LGBT.

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